Som Samba Rock Brasil

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Marku Ribas - Underground (1972)






Maria Rita - Samba Meu (Áudio do DVD - 2008)



Originais do Samba - Exportação (1971)



01 - Uma Praça e Você

02 - A Subida do Morro

03 - Linha de Umbanda

04 - Tudo é Alegria

05 - Amarrei Meu Bode

06 - A Fé Remove Montanhas

07 - Tenha Fé Pois Amanhã Um Lindo Dia Vai Nascer

08 - Mas Que Menininha

09 - Brasileiro

10 - Simplesmente

11 - Samba Internacional

12 - Oh! Bela

13 - Demonstração

Jorge Ben - Ben é Samba Bom (1964)





Zeca Pagodinho - Patota de Cosme (1987)



01 - Patota de Cosme

02 - Sem Endereço

03 - Feristes Um Coração

04 - Tempo de Don Don

05 - Gota de Esperança

06 - Termina Aqui

07 - Que Mulher (Nega Danada)-Mulher Ingrata-Para o Bem de Nós

08 - Menor Abandonado

09 - Bisnaga

10 - Testemunha Ocular

11 - Maneiras

12 - Colher de Pau

Dhema - Swing No Amor (1994)


01 - O Sonho Não Pode Acabar

02 - Com Vontade de Viver

03 - Nosso Amor é Um Sucesso

04 - Doce Tentação

05 - Quero Morar Nessa Paixão

06 - Deixa de Onda

07 - Será Amor

08 - Minha Coisa Linda

09 - Ah! Como Estou Feliz Agora

10 - Meu Erro

11 - Swing no Amor

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Erasmo Carlos - 1990 - Projeto Salva Terra! (1974)



Erasmo Carlos, nome artístico de Erasmo Esteves, (Rio de Janeiro, 5 de junho de 1941) é um cantor e compositor brasileiro.
Sua parceria com o cantor Roberto Carlos certamente é a de maior sucesso na história da música popular brasileira, tanto em termos de venda quanto em termos de regravações, feitas por artistas de todo o Brasil e do exterior.
Junto com Roberto Carlos, compôs mais de 500 canções, gravadas tanto pelo Rei quanto por ínúmeros outros cantores.

Wilson Simonal - Wilson Simonal (1965)



Beth Carvalho - Andança (1969)



Elizabeth Santos Leal de Carvalho, mais conhecida como Beth Carvalho, (Rio de Janeiro, 5 de maio de 1946) é uma cantora brasileira cuja carreira se originou na Bossa nova. No início de 1968 participou no movimento Música nossa, que foi fundado pelo jornalista Armando Henrique, e pelo hoje, maestro Hugo Bellard. Os espetáculos eram realizados no Teatro Santa Rosa, em Ipanema, onde teve a oportunidade de gravar uma das suas canções "O Som e o Tempo", no longplay do Música nossa. Nesta época ela gravou com o cantor Taiguara, pela gravadora Emi-Odeon.
Em 1965, gravou o seu primeiro compacto simples com a música “Por quem morreu de amor”, de Menescal e Bôscoli. Em 66, já envolvida com o samba, participou do show “A Hora e a Vez do Samba”, ao lado de Nelson Sargento e Noca da Portela.
Vieram os festivais e Beth participou de quase todos: Festival Internacional da Canção (FIC), Festival Universitário, Brasil Canta no Rio, entre outros. No FIC de 68, conquistou o 3º lugar com “Andança”, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, e ficou conhecida em todo o país. Além de seu primeiro grande sucesso, “Andança” é o título de seu primeiro LP lançado no ano seguinte.
A partir de 73, passou a lançar um disco por ano e se tornou sucesso de vendas, emplacando vários sucessos como “1.800 Colinas”, “Saco de Feijão”, “Olho por Olho”, “Coisinha do Pai”, “Firme e Forte” e “Vou Festejar”.
Beth Carvalho é reconhecida por resgatar e revelar músicos e compositores do samba. Em 72, buscou Nelson Cavaquinho para a gravação de “Folhas Secas” e em 75, fez o mesmo com Cartola, ao lançar “As Rosas Não Falam”.
Diz o poeta que todo artista tem de ir onde o povo está. Esses versos, além de grande verdade, definem com rara precisão a atitude de Beth Carvalho diante da vida. Beth é inquieta. Não espera que as coisas lhe cheguem, vai mesmo buscar. Pagodeira, conhece a fertilidade dos compositores do povo e, mais do que isso, conhece os lugares onde estão, onde vivem, onde cantam, como cantam e como tocam.
Freqüentadora assídua dos pagodes, entre eles os do Cacique de Ramos, Beth Carvalho revelou artistas como o grupo Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Sombra, Sombrinha, Arlindo Cruz, Luis Carlos da Vila, Jorge Aragão e muitos outros. Por essa característica, Beth ganhou a alcunha de "Madrinha do Samba". Mais do que isso, a cantora trouxe um novo som ao samba, porque introduziu em seus shows e discos instrumentos como o banjo com afinação de cavaquinho, o tan-tan e o repique de mão, que até então eram utilizados exclusivamente nos pagodes do Cacique.
A partir daí, esta sonoridade se proliferou por todo o país e Beth passou a ser chamada de Madrinha do Pagode. Sambista de maior prestígio e popularidade do Brasil, é aclamada também como Diva dos Terreiros e Rainha do Samba.
Em 1979, Beth se casou com Edson de Souza Barbosa, craque do futebol brasileiro, que participou da Copa do Mundo de 66 e um grande amante do samba. Em fevereiro de 1981 se torna mãe de uma menina linda a quem Edson deu o nome de Luana. Hoje, Luana Carvalho é atriz e cantora, e ganha aos poucos o seu merecido espaço. Para Beth, ser mãe foi e é a coisa mais importante que já aconteceu em sua vida.
Até aqui, são 42 anos de carreira, 31 discos, 2 DVDs e apresentações em diversas cidades do mundo: Angola, Atenas (onde representou o Brasil no festival “Olimpíada Mundial da Canção” em um teatro de arena construído há 400 anos a.C. Hoje, Beth tem um busto na Grécia), Berlim, Boston (na Universidade de Harvard), Buenos Aires (no Luna Park projeto “Sin Fronteiras” da cantora e amiga Mercedes Sosa), Espinho, Frankfurt, Munique, Berlim, Johannesburgo, Lisboa (no show do jornal comunista “Avante”, para um público de 300 mil pessoas), Lobito, Luanda, Madri, Miami, Montevidéu, Montreux (onde participou do famoso festival em 87, 89 e 2005), Nice, New Jersey, Nova York (no Carneggie Hall), Newark, Paris, Punta del Este, São Francisco, Soweto, Varadero (Cuba), Zurique, Milão, Padova, Toulouse e Viena.
No Japão, embora nunca tenha feito shows, vende milhares de cópias de CDs e tem sua carreira musical incluída no currículo escolar da Faculdade de Música de Kyoto.
Beth Carvalho tem 6 Prêmios Sharp, 17 Discos de Ouro, 9 de Platina, 1 DVD de platina, centenas de troféus e premiações diversas.
Em 1984, foi enredo da Escola de Samba Unidos do Cabuçú, “Beth Carvalho, a enamorada do samba”, com o qual a escola foi campeã e subiu para o Grupo Especial. Como o Sambódromo foi inaugurado neste mesmo ano, Beth e a Cabuçú foram as primeiras campeães do Sambódromo. Dentre todas as homenagens já feitas à grande cantora, Beth considera esta, a maior de todas. E declara: “Não existe no mundo, nada mais emocionante do que ser enredo de uma escola de samba. É a maior consagração que um artista pode ter”. Em 85, Beth foi enredo novamente. Dessa vez, da escola de samba Bohêmios de Inhaúma.
Em 1997, viu a música “Coisinha do Pai”, grande sucesso de seu repertório, ser tocada no espaço sideral, quando a engenheira brasileira da Nasa Jacqueline Lyra, programou para ‘acordar’ o robô em Marte.
Beth Carvalho gravou o 25º disco, “Pagode de Mesa” ao vivo, em apresentação na gravadora Universal Music. Max Pierre, diretor artístico da Universal, traduziu o que ela costuma fazer sempre: cantar o samba de raiz em torno das mesas de quintais, terreiros e quadras, nos pagodes que reúnem os melhores partideiros, músicos e poetas do gênero.
Embora Mangueirense de coração, Beth foi homenageada pela Velha Guarda da Portela, com uma placa alusiva ao fato de ser a cantora que mais gravou seus compositores.
Em junho de 2002, recebeu das mãos de D. Zica, viúva de Cartola, o Troféu Eletrobrás de Música Popular Brasileira. A entrega desse Troféu, realizada no Teatro Rival do Rio de Janeiro, tornou-se, com Beth Carvalho, um recorde de bilheteria da casa.
Carioca da gema e amiga de Cuba, foi solicitada pela presidência da Câmara Municipal do Rio de Janeiro para entregar a Fidel Castro, o título de Cidadão Honorário da cidade.
Seu 26º disco, “Pagode de Mesa 2”, concorreu ao Grammy Latino na categoria melhor disco de samba. O 27° foi o CD “Nome Sagrado – Beth Carvalho canta Nelson Cavaquinho”, seu compositor preferido, com participação do afilhado Zeca Pagodinho, Wilson das Neves, Guilherme de Brito (parceiro mais constante de Nelson). Este projeto foi tirado de uma gravação caseira do arquivo de Beth e vendido em bancas de jornal. A cantora obteve grande repercussão pela ousadia da empreitada e concorreu ao Prêmio TIM de Música Brasileira como melhor disco de samba.
Seu 28° CD, “Beth Carvalho canta Cartola“, foi uma compilação idealizada pelo jornalista e grande fã de Beth, Rodrigo Faour. Beth foi a intérprete preferida de Cartola e responsável pela volta desse grande mestre à mídia.
Em 2004, a cantora gravou seu primeiro DVD “Beth Carvalho, a Madrinha do Samba”, que lhe rendeu um disco de Platina. O CD que saiu junto foi disco de ouro e indicado ao Grammy Latino de 2005 como melhor álbum de samba.
Depois de lançar este trabalho com sucessos acumulados ao longo dos anos, em 2005 Beth Carvalho seguiu em turnê internacional, fechada com chave de ouro no Festival de Montreux, exatamente 18 anos após sua primeira apresentação na Suíça. Este registro será lançado em DVD pela gravadora Eagle, com distribuição na Europa, Japão, EUA e Brasil. A turnê mostrou sua força em números: mais de 10 mil pessoas assistiram ao show em Toulouse, na França, platéia lotada no Herbst Theatre, em São Francisco e lotação esgotada em Los Angeles.
Em dezembro do mesmo ano, a cantora abriu o Theatro Municipal do Rio de Janeiro para celebrar o Dia Nacional do Samba e seus 40 anos de carreira. O show antológico, que reuniu grandes sambistas da atualidade, como Dona Ivone Lara, Monarco, Nelson Sargento, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, entre outros, foi lançado em CD/DVD no fim de 2006, inaugurando seu próprio selo “Andança”.
Em 2007, a cantora lançou também pelo selo Andança, o CD/DVD “Beth Carvalho canta o Samba da Bahia”, com um repertório de sambas de compositores baianos, de diferentes gerações. O DVD foi gravado pela Conspiração Filmes em agosto de 2006, no Teatro Castro Alves, em Salvador. Entre os convidados , estavam Gilberto Gil, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Margareth Menezes, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Ivete Sangalo, Olodum, Riachão, Danilo Caymmi, entre outros. O DVD traz ainda um histórico documentário sobre o samba de roda da Bahia.

http://www.4shared.com/file/91972433/62c97d1c/Beth_Carvalho_-_Andana__1969_.html

Banda Black Rio - Saci Perere (1980)





Paula Lima - Gafieira S.A (2003)

Alcione - A Arte do Samba (1975)




Desde pequena, graças ao pai policial e integrante da banda de sua corporação, João Carlos Dias Nazaré, inserida no meio musical maranhense, Alcione fez sua primeira apresentação já aos doze anos.
Fez o curso normal, formando-se em magistério.
Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1967, trabalhando na TV Excelsior. Após ter feito excursão por países da América do Sul, morou em São Paulo e na Europa por dois anos. Voltou ao Brasil em 1972 e três anos depois ganhou o primeiro disco de ouro através do primeiro LP, A voz do samba (1975).
Identificando-se com o samba, desde cedo tornou-se fervorosa simpatizante da Mangueira, Escola que reunia grandes sambistas na capital do Rio.
Ganhou o apelido de Marrom, com o qual também é conhecida, e o primeiro grande sucesso foi Não deixe o samba morrer, de Edson e Aluísio, no repertório do primeiro LP.
Em mais de três décadas de carreira, ganhou prêmios de dezenove discos de ouro, dois de platina e um duplo de platina; por dois anos consecutivos, ganhou o prêmio Tim na categoria melhor cantora de samba, entre 2004 e 2005.
Além de Não deixe o samba morrer, foram consagradas na voz de Alcione inúmeras canções, como: Sufoco, Gostoso veneno, Rio Antigo, Nem morta, Garoto maroto, A profecia, Delírios de amor, Uma nova paixão, Depois do prazer, Enquanto houver saudade, Estranha loucura, Faz uma loucura por mim, A loba, Retalhos de cetim, Qualquer dia desses, Pode esperar, O que eu faço amanhã, O surdo, Pior é que eu gosto, Meu vício e você, Pandeiro é meu nome, Você me vira a cabeça, Quem de nós, Mineira, Meu Ébano, dentre muitas outras.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Trio Mocotó - Samba-Rock (2001)

Cassiano - Imagem e Som (1971)



Paraibano, mudou-se cedo com a família para o Rio de Janeiro, onde aprendeu música com o pai. Nos anos 60 integrou o conjunto Bossa Trio, que mais tarde virou Os Diagonais, chegando a gravar compactos e um LP. Suas composições foram gravadas por Tim Maia nos anos 70, quando suas maiores influências eram o soul norte-americano e o samba-canção brasileiro. Por essa época, Tim Maia estourou com "Primavera", maior sucesso de Cassiano como compositor. Gravou discos solo como intérprete, alcançando sucesso com "A Lua e Eu", e em 1991 participou da gravação do songbook de Noel Rosa, pela editora Lumiar, ao lado de outros músicos.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Clube do Balanço - Muito Incrementado (2005)


Paulinho da Viola - Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida (1970)



Paulo César Batista de Faria, mais conhecido como Paulinho da Viola, (Rio de Janeiro, 12 de novembro de 1942) é um cantor, compositor e violonista brasileiro, filho do violonista César Faria do conjunto de choro Época de Ouro.
Durante o início de carreira, Paulinho foi parceiro de nomes ilustres do samba carioca como Cartola, Elton Medeiros e Candeia, entre outros. Destaca-se como cantor e compositor de samba, mas também compõe choros e é tido como um dos mais talentosos representantes da chamada Música Popular Brasileira.
Paulinho da Viola é portelense, desfilando todos os anos com a escola. É fanático torcedor do Vasco.

01 - Para Não Contrariar Você

02 - O Meu Pecado

03 - Estou Marcado

04 - Lamentação

05 - Mesmo Sem Alegria

06 - Foi Um Rio Que Passou em Minha Vida

07 - Tudo Se Transformou

08 - Nada de Novo

09 - Jurar Com Lágrimas

10 - Papo Furado

11 - Não Quero Você Assim

12 - Sinal Fechado

13 - Ruas Que Sonhei

Paula Lima - É Isso Aí (2001)


Cantora paulista, estudou piano durante a infância, e participou de festivais como cantora. Formou-se em direito, e na época da faculdade participou do grupo Unidade Móvel, que mais tarde passou a se chamar Unidade Bop, e gravou um CD, "Quebrando o Gelo do Clube" (Eldorado). Em 95 participou como backing vocal no disco "23", de Jorge Ben Jor. Mais tarde cantou em uma faixa do disco "Preste Atenção", da dupla de rap Thaíde e DJ Hum. Em 97 integrou a banda Zomba, com quem gravou um disco independente. No ano seguinte conheceu o Funk Como Le Gusta, big band de soul, que se apresentou com êxito no eixo Rio-São Paulo e gravou "Roda de Funk" (ST2), em 99. Dois anos mais tarde lança seu CD de estréia, "É Isso Aí" (Regata), com participações de Gerson King Combo, Ivo Meirelles e outros.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Wilson Simonal - S'imbora (1965)


Carlos Dafé - Malandro Dengoso (1979)